Na inexistência de mecanismos que nos auxiliem a votar corretamente, eis uma ferramenta que pode nos auxiliar. Faça um teste e tire suas próprias conclusões!
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Diga NÃO à Impunidade!
Clique na imagem para ver de onde ela veio!
DIGA NÃO A PEC 37
No próximo dia 26, a Câmara dos Deputados colocará em votação, com ou sem acordo, a votação da PEC 37.
Vote Contra a PEC 37 em: www.mp.pr.gov.br
terça-feira, 18 de junho de 2013
A moeda de troca numa manifestação
Provocado pela leitura do “chamamento” da amiga Anne Lieri no texto Chega de Silêncio,
tendo em foco as recentes manifestações, exponho abaixo um pouco do meu
pensamento sobre o tema.
Tirem suas próprias conclusões.
JGCosta
Clique na imagem para ver de onde ela veio!
Sempre que ocorrem manifestações em todo o mundo, a primeira
coisa que me vem à mente é: o que alguma vertente política está desejando, para
provocar mudanças?
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Desalento - Ruth Moreira
Tirem suas próprias conclusões!
Estou com vergonha do Brasil. Vergonha do governo, com esse impatriótico, antidemocrático e antirrepublicano projeto de poder. Vergonha do Congresso rampeiro que temos, das Câmaras que dão com uma mão para nos surrupiar com a outra, políticos vendidos a quem dá mais.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Grito aos Brasileiros: Vamos passar a limpo o Brasil! - Gilberto Alves Bezerra
Tive o prazer de participar da noite de lançamento desse livro e, após um rápido diálogo com o autor, deduzi que a sua intensão principal ao produzir esse trabalho foi a de dar literalmente uma chacoalhada naquele brasileiro que hoje, apesar dos pesares, permanece inerte aos atuais acontecimentos políticos, absorvido num marasmo temporal que o enraíza, que o mantêm com o semblante levantado, mas com os braços pendentes ao lado do corpo e com as ideias dando loops na mente, sem tomar atitude alguma, somente assistindo de camarote enquanto o mega-gigantesco Titanic afunda, sob a balada de Celine Dion.
sábado, 6 de outubro de 2012
Votar - Raquel de Queiroz
Texto recebido da amiga Maria Emília, buscado na rede e compartilhado agora com os amigos. Apesar da idade do texto, ele está mais atual do que nunca! Ainda dá tempo de compartilha-lo...
Raquel de Queiroz
O texto Votar, da cearense Raquel de Queiroz, foi publicado
na sua sessão Última Página, da revista O Cruzeiro, em 11 de janeiro de 1947.
No dia 19 haveria eleições gerais para vinte governadores de estado, um terço
do Senado e eleições suplementares para a Câmara dos Deputados, e ela trata dá
seu recado ao eleitor numa mensagem que é plenamente atual. Reproduzo-o e
aproveito os 65 anos de sua publicação para pedir o voto nos candidatos 65, do
Partido Comunista do Brasil.
Votar
Não sei se vocês têm meditado como devem no funcionamento do
complexo maquinismo político que se chama governo democrático, ou governo do
povo. Em política a gente se desabitua de tomar as palavras no seu sentido
imediato.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Brasil Carinhoso - Martha de Freitas Azevedo Panunzzio
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Nota: Tirem suas próprias conclusões!
Bom dia, dona Dilma!
Eu também assisti ao seu pronunciamento risonho e maternal na véspera do Dia das Mães. Como cidadã da classe média, mãe, avó e bisavó, pagadora de impostos escorchantes descontados na fonte no meu contracheque de professora aposentada da rede pública mineira e em cada Nota Fiscal Avulsa de Produtora Rural, fiquei preocupada com o anúncio do BRASIL CARINHOSO.
quarta-feira, 28 de março de 2012
É possível acabar com a corrupção? (uma nova visão)
Nota do autor: essa não é uma continuação da crônica anterior, que pode ser lida clicando AQUI, é, como citado no título, uma nova visão, de caráter um pouco menos místico.
Algo que me veio a mente antes de escrever esse texto e que foi confirmado depois, foram dois pontos muitos específicos, os quais achei interessantes como base:
- Dizem que o Governo teima em não investir na educação, pois assim é mais fácil governar...
- Precisamos exigir mais de quem vota ou de quem é votado? O que é mais fácil?
Clique na imagem para ver de onde ela veio!
Tive o prazer de, vagarosamente, ler um
dos melhores livros que foram escritos pelo, a meu ver, pensador Stephen King,
este em especial em 1978 e reeditado em 1990, onde a população mundial é quase
totalmente dizimada por uma supergripe. No enredo desse livro intitulado A
Dança da Morte, como consta da sua sinopse, os sobreviventes se dividem em
dois grupos, um comandado pelo "bem" e o outro pelo "mal",
e, o mais importante, um grupo querendo se sobressair sobre o outro, visando à
sobrevivência da espécie agregada aos seus valores.
Achei interessante citar essa introdução,
que vai de encontro a um pensamento meu, que tenho certeza não ser
exclusividade, onde associo a criação de um mundo melhor quando conseguirmos
retirar da essência da humanidade tudo aquilo que a pudesse corromper, mas
penso que para isso somente se iniciássemos novamente do zero, podando a árvore
na raiz, e assim conseguiríamos tal feito.
Comparando essa minha ideia com o roteiro
do livro de King e com os mais variados exemplos conhecidos, tal várias
passagens da própria Bíblia, é um planejamento que já nasce com um grande risco
de não dar certo, pois o pensamento humano sempre vai diferir um do outro e a
balança do que é bom ou mal sempre acabará por pender ou ser definida de forma
diferente, aos olhos de cada um.
Creio que ficou claro o pano de fundo para
essa minha reflexão, que em resumo nada mais significa, em minha opinião, é
claro, que independentemente de outro dilúvio ou não, enquanto houver vidas
existirão conceitos, dogmas, ideologias, e assim vai. Compreendo que o que
é correto para mim é incorreto para outro e assim por diante. Então, outra
fórmula mágica necessita ser criada, para que os valores aplicados sejam
diferenciados e consequentemente o resultado se torne mais satisfatório para a
grande maioria que ainda acredita numa sociedade mais justa.
Antes de seguir em frente, um novo ponto
de vista acredito que deva ser acrescentando, só para complicarmos um pouco
mais nosso meio de campo: alguém já tentou pegar algo que já estava em
funcionamento e tentou readequá-lo para que surtisse um efeito mais
satisfatório? É muito difícil, não é mesmo? Esse sistema que deverá ser
alterado já tem seus próprios vícios e engrenagens intercambiáveis e fará de
tudo para que as mudanças não ocorram, não por maldade, mas por que ele já tem
suas próprias regras e as alterações vão gerando erros no final, em forma de
mensagens críticas, se estivermos falando de um programa, por exemplo, ou
através de conflitos intelectuais, se estivermos falando de uma sociedade
constituída.
Pois bem, compreendido até aqui, agora
podemos mudar o foco, tal o tema desse texto, que deve ser respeitado.
A corrupção do título dessa nova visão é
explicitamente relativa à política, deixemos de lado nossos receios de tratar
de um tema que está inserido dentro de nossos lares até a mais profunda raiz e
que interfere diretamente na nossa vida, notoriamente na maioria das vezes para
pior. Ainda mais porque estamos às vésperas de uma nova eleição e não dá mais
para ficar pensando em "fazer a nossa parte" enquanto existe outra
corrente que literalmente faz a sua parte em benefício próprio.
Deixar de votar, de escolher seus
representantes, por mais que lhe pareça que estará trocando seis por meia
dúzia, não fará com que algum tipo de mudança, por menor que seja, inicie-se.
Então o que pode fazer a diferença na hora de votar? A melhor escolha! Ou se
preferir: a "menos pior" escolha! Mas pensando bem, você votaria em
alguém que desviou menos que outro, só para dizer que ao menos fez uma escolha,
que exerceu seu papel de cidadão? Olha eu não! De jeito nenhum! Quem representa
os meus interesses políticos tem que ser alguém em que eu possa confiar, não é
mesmo?
Bom, supondo que você compartilha comigo
dessa mesma opinião, ótimo, antes de votar nós vamos pesquisar bastante, ver
toda a vida pregressa do nosso possível candidato e fazer sim aquela escolha
que entendemos ser a melhor. Agora sim exercemos nosso dever de cidadania de
uma forma que dormiremos bem à noite. Conseguiremos então chegar a algum lugar
somente com essa atitude? Não!
De que adianta você fazer a sua parte se o
seu vizinho, por exemplo, não o faz? Então você tem que convencê-lo de que ele
também precisa, necessita exercer a cidadania, de uma forma clara e
transparente. Certo! Digamos que você conseguiu convencer outras pessoas a agir
de uma forma democrática, que por si só contaminaram outras pessoas, todas
seguindo um mesmo conceito, buscando filtrar as escolhas e tal, dessa forma
resolveu o problema no seu bairro, depois no seu município.
Para isso você se utilizou de todos os
tipos de tecnologia ao alcance, Facebook, blogs, Twitter, etc., e causou uma
revolução na sua cidade. Agora sim, estamos chegando a algum ponto? Não!
De que adianta a sua cidade ser bem
representada se a sua região metropolitana, por exemplo, ainda está capengando?
Bom, você pode me dizer que agora está
mais fácil, que agora é só levar os mecanismos que surtiram efeito em seu
município para os da sua região e vai correr tudo bem. E as outras cidades mais
afastadas? E os outros estados? Aqueles onde as pessoas não têm tanto acesso à
tecnologia como você e muitas vezes, por mais incrível que pareça, nem um
aparelho de TV? Como é que vai chegar nessas pessoas?
Será que esses patriotas filhos da mesma
nação vão conseguir, mesmo que lhes seja passado, que a melhor maneira de votar
é escolher corretamente seu candidato, baseando-se em regras de conduta,
passado idôneo, etc.? Será que esses patriotas que não conseguem nem ao menos
fazer, por mais incrível que pareça, um ginásio, vão conseguir entender que
você está tentando convencê-los de algo positivo e não simplesmente tentando
"fazer a cabeça deles" contra todo um sistema?
Então o que deve ser feito para que
efetivamente a qualidade daqueles que votam seja elevada?
Muitos podem dizer que é só tornar o voto
facultativo e assim já estaremos progredindo. Outros poderão dizer que o voto
deve ser dado somente por pessoas com alto conhecimento político e que
participam ativamente de reuniões ou ainda fazem parte de um partido ativamente
e não para somar números. Podem até ser algumas soluções, mas democracia,
depois de perdida fica difícil de ser retomada. Quem pode discordar disso?
Mas sim, podemos filtrar os eleitores,
assim como filtramos quem dirige um veículo, que não adianta ter apenas idade,
mas sem dúvida precisa estar preparado. Como faríamos isso? Uma alternativa
seria exigir escolaridade mínima, 2º grau por exemplo. Automaticamente os
elegidos também teriam que passar pelo mesmo crivo de escolaridade mínima. Para
aqueles que forem comentar sobre a inconstitucionalidade dessa
medida, lembro os amigos que não estamos falando aqui de ceifar direitos e sim
de mudar algumas regras.
Também não estou com esse pensamento querendo de alguma forma diminuir ou humilhar a pessoa que possui um menor estudo, e sim o incentivando a estudar mais para poder escolher seus representantes. Tínhamos em 2010, segundo o IBGE, 10% da população brasileira ainda composta por analfabetos, mais de 14 milhões de brasileiros.
Também não estou com esse pensamento querendo de alguma forma diminuir ou humilhar a pessoa que possui um menor estudo, e sim o incentivando a estudar mais para poder escolher seus representantes. Tínhamos em 2010, segundo o IBGE, 10% da população brasileira ainda composta por analfabetos, mais de 14 milhões de brasileiros.
Resolveria o problema da corrupção? Também
não! Além da exigência de uma escolaridade, matérias sérias e não somente para
compor o currículo seriam necessárias, com aprofundamento nas falhas que
houverem ou, pensando positivo, deixaram de existir, para a concepção do caos
de estado aparentemente democrático, mas que favorece claramente a somente uma
nata da sociedade, enquanto os demais literalmente "correm atrás do
prejuízo".
Quero ver outras opiniões sobre o assunto.
Quais outras medidas podiam ser adotadas para podermos iniciar uma reviravolta
no quadro atual?
Abraços renovados para todos.
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